Experiência: Quem me acompanha no Instagram sabe que, este ano, uma das minhas principais metas é ser mais sustentável. Essa vontade chega, claro, ao guarda-roupas, visto que o mercado da moda é o segundo mais poluente do mundo, ao querer ser mais consciente no meu dia a dia, eu preciso também repensar minha forma de consumo na hora de compor os meus looks. A maneira mais prática que encontrei é buscar peças de qualidade e duráveis que, automaticamente, me farão produzir menos lixo.

Notei que os acessórios são as peças mais descartáveis que tinha no meu guarda-roupas. Isso porque sempre usei bijuterias, compradas nessas lojinhas bem baratinhas e que, depois de um tempo, mudam de cor, perdem a beleza e mostram que o barato pode sair caro, pro meu bolso e, principalmente, pro meio ambiente. Foi quando eu decidi: vou começar a investir em semijoias para seguir com meu plano sustentável.

Conheci então a Laab Acessórios, marca que, além de ter peças de qualidade, oferta modelos autênticos, pensados para a mulher que, assim como eu, gosta de se vestir com estilo, expressar ideias em composições de looks que não passam despercebidos. Do básico ao dramático, do clássico ao moderno, do simples ao elegante, as peças são fundidas manualmente com o mesmo processo pelo qual é confeccionado uma peça de ouro maciço. “O acabamento é mais cuidadoso, com lixas, outros tipos de limpezas e, por fim, o banho eletroquímico”, explica Camila Marcatte, sócia da Laab.

A diferença entre a bijouteria e a semijóia está no banho que elas recebem e na qualidade do acabamento que é visivelmente mais refinado. “Elas são banhadas em materiais nobres, como o ouro, paladium, prata e até diamante. Na Laab, as peças não contém produtos como cadmo e níquel, pois são os principais de alergia e que estão presentes nas bijuterias. A base da semijoia é constituída de latão, sobre a qual é aplicada uma camada intermediária de metal como cobre, bronze, ou paládio. A essa liga é acrescentado um “banho” de ouro, por exemplo (daí o fato de se dizer que a semijoia é folheada a ouro).  Além disso, as semijoias são feitas com pedras naturais como quartzo, pérola, hematita”.

Um indicativo de qualidade das semijóias é a espessura do banho. “Quanto mais milésimos de ouro tiver, maior a durabilidade da peça. Outra diferença entre elas e a bijuteria é a aplicação de pedras. As joias têm exclusividade na aplicação de pedras mais valiosas, às semijóias é reservado o uso de pedras semipreciosas e gemas sintéticas, como a zircônia, pérolas de fabricação industrial e vidros lapidados”.

Enquanto isso, as pedras feitas em bijuterias são imitações feitas em plástico. “Esses apliques são colados, além de descascar, costumam se desprender da peça com facilidade. Joias e semijoias usam um processo de engate das pedras que é conhecido como cravação, trata-se de pequenos ganchos fundidos ao metal, que evitam que os apliques caiam. Esse procedimento é mais seguro do que um strass colado em uma biju, por exemplo”, explica.

A dica que Camila dá na hora de adquirir uma peça, para ter certeza de que ela seja uma semijoia é observar o aspecto. “A semijoia é muito parecida com uma joia, somente especialistas conseguem perceber a diferença. Já a biju tem um acabamento grosseiro e coloração diferente, elas não têm o mesmo brilho de uma semijoia que são feitas seguindo rigorosos critérios de qualidade”.

Posso dizer que, de fato, as semijoias chamam mais atenção. Eu nunca tinha notado a diferença, mas usando minhas peças da Laab, percebi o quanto os acessórios certos fazem a diferença no look. Além disso, o brilho e acabamento de cada uma é nítido e beiram a perfeição. No instagram da marca, tem vários modelos além desses que eu pus aqui e dos que eu ando desfilando – e, modéstia a parte -, arrasando por aí. Acesse clicando AQUI.